Dica de Sexta: Valorize o seu Produto

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Olá meus amigos, minhas amigas, bem-vindos a mais uma dica de sexta.

Eu estou aqui hoje para falar um pouquinho sobre a valorização do nosso produto, muita gente pergunta… a maior pergunta aqui no ateliê é quanto eu cobro.

“Professora, quanto eu cobro dessa peça”.

E a maior dúvida também é dizer assim, ah as pessoas acham caro, sempre é a mesma coisa, as pessoas acham caro e eu não sei quanto cobrar,  já gravei algumas dicas de como cobrar, como calcular o valor que, claro, temos a regrinha de X3 (vezes 3) mas não dá para seguir essa, é bom a gente olhar o mercado.

Mas eu acho assim, principalmente, a primeira coisa que eu digo… quem tem que valorizar o seu produto é você mesmo, então eu tenho que valorizar, eu não posso olhar para o meu produto e já dizer, eles não vão pagar isso, as pessoas não vão pagar, vão dizer que é caro.

Se a gente fizer um trabalho com um bom tecido, tecido bem escolhido, com uma boa combinação, que muitas vezes também se busca tecidos baratos para baratear a peça, só que se a gente olhar uma peça com tecido e uma peça com tecido simples e barato, com certeza o nosso olho vai para a peça com o tecido de melhor qualidade.

Os acabamentos principalmente, um material que vai usar, um pingente diferente no cursor, tudo isso agrega valor na peça e melhora a visualização do produto.

Então a dica que eu quero dar hoje é, valorize seu produto, faça valer o seu tempo, o seu trabalho, porque você vai comprar o tecido, comprar mais tecido do que precisa para aquela peça, isso tem q ser contabilizado, seu tempo, sua hora de trabalho, para depois ainda colocar o seu lucro, que é o dinheirinho que você vai receber.

Um exemplo que eu tenho aqui, que eu vejo muitas das minhas alunas, é muitas vezes tem uma peça linda, muito bem-feita, e a aluna bota um preço bem baratinho.

E outras vezes são peças simples, completamente simples, podem levar meia hora para fazer, e tem um preço/valor enorme, porque aí a pessoa está valorizando o seu nome, está construindo o seu nome, então tem várias formas da gente olhar que mercados a gente quer atingir.

Também claro, vendo qual que é o público que a gente tem, qual o público que a gente quer atingir, a gente quer fazer, uma peça, um produto, uma linha de produto para que tipo de pessoas, que nível de pessoas, primeiro a gente tem que escolher para onde a gente quer vender o nosso produto, para daí adequar ele da melhor forma possível, então nem sempre o barato é o que vai vender mais, nem sempre.

Vemos nas lojas, vemos quando levamos os nossos produtos para São Paulo, Para as outras regiões, e a gente vende as peças no valor que a gente, em um valor justo que a gente colocou, e as pessoas compram.

Sempre dizemos, se tem quem faz, tem que compra, e se tem quem compra tem quem faça.

Então tem produtos para todos os níveis de pessoas, mas o principal eu vou dizer de novo, principal é você valorizar o seu produto, se não ninguém vai valorizar, espero que tenha gostado das dicas de hoje, valorize seu produto que tudo vai dar certo.

Se tiver mais dúvidas, venha para o meu curso mensal online Encontro Patch Com Patricia Muller, onde todo mês temos duas aulas ao vivo e você pode tirar todas suas dúvidas.

Beijos,

Patrícia Müller

Artigo extraído do vídeo a seguir: